VERDADES VERDADEIRAS:
Antes de falar, Ouça!;
Antes de escrever, Pense!;
Antes de gastar, Ganhe!;
Antes de rezar, Perdoe!;
Antes de magoar, Sinta!;
Antes de odiar, Ame!;
Antes de desistir, Tente!;
E...
Antes de morrer,Viva!
Blog da Paz
domingo, 14 de novembro de 2010
AS GEOGRAFIAS!
GEOGRAFIA da MULHER:
Entre 18 e 25 anos, a mulher é como o Continente Africano: uma metade já foi descoberta e a outra metade
esconde a beleza ainda selvagem e deltas férteis.
Entre 26 e 35, a mulher é como a América do Norte: moderna,desenvolvida, civilizada e aberta a negociações.
Entre 36 e 40, é como a Índia: muito quente, relaxada e consciente da sua própria beleza.
Entre 41 e 50, a mulher é como a França: suavemente envelhecida, mas ainda desejável de se visitar.
Entre 51 e 60, é como a Iugoslávia: perdeu a guerra, é atormentada por fantasmas do passado, mas empenha-se na reconstrução.
Entre 61 e 70, ela é como a Rússia: espaçosa,com fronteiras sem patrulha.A camada de neve oculta grandes tesouros.
Entre 71 e 80,a mulher é como a Mongólia: com um passado glorioso de conquistas, mas com poucas esperanças no futuro.
Depois dos 81, ela é como o Afeganistão: quase todos sabem onde está, mas ninguém quer ir até lá.
GEOGRAFIA do HOMEM:
Entre os 15 e os 80 anos, o homem é como Cuba: governado por um só membro!
Entre 18 e 25 anos, a mulher é como o Continente Africano: uma metade já foi descoberta e a outra metade
esconde a beleza ainda selvagem e deltas férteis.
Entre 26 e 35, a mulher é como a América do Norte: moderna,desenvolvida, civilizada e aberta a negociações.
Entre 36 e 40, é como a Índia: muito quente, relaxada e consciente da sua própria beleza.
Entre 41 e 50, a mulher é como a França: suavemente envelhecida, mas ainda desejável de se visitar.
Entre 51 e 60, é como a Iugoslávia: perdeu a guerra, é atormentada por fantasmas do passado, mas empenha-se na reconstrução.
Entre 61 e 70, ela é como a Rússia: espaçosa,com fronteiras sem patrulha.A camada de neve oculta grandes tesouros.
Entre 71 e 80,a mulher é como a Mongólia: com um passado glorioso de conquistas, mas com poucas esperanças no futuro.
Depois dos 81, ela é como o Afeganistão: quase todos sabem onde está, mas ninguém quer ir até lá.
GEOGRAFIA do HOMEM:
Entre os 15 e os 80 anos, o homem é como Cuba: governado por um só membro!
A cada dia sua alegria...
Marido vaidooooooso
O marido vaidoso compra um sapato novo.
Chega em casa e fica andando pra lá e pra cá e nada da mulher perceber sua nova aquisição.
Para chamar a atenção ele resolve tirar toda roupa.
Completamente nu, ele aparece novamente andando pra lá e pra cá.
A mulher finalmente pergunta:
-Ficou doido?O que você faz andando pra lá e pra cá, com esse sexo pendurado à mostra?
O aproveita a oportunidade e responde:
É que ele está olhando para o meu sapato novo.
E ela retruca:
-Por que você não comprou um chapéu?
O marido vaidoso compra um sapato novo.
Chega em casa e fica andando pra lá e pra cá e nada da mulher perceber sua nova aquisição.
Para chamar a atenção ele resolve tirar toda roupa.
Completamente nu, ele aparece novamente andando pra lá e pra cá.
A mulher finalmente pergunta:
-Ficou doido?O que você faz andando pra lá e pra cá, com esse sexo pendurado à mostra?
O aproveita a oportunidade e responde:
É que ele está olhando para o meu sapato novo.
E ela retruca:
-Por que você não comprou um chapéu?
Esperança!
ESPERANÇA
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
-ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
-Como é teu nome,meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam
-O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
Mario Quintana
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
-ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
-Como é teu nome,meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam
-O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
Mario Quintana
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Conforto.
"Se tu conhecesses o mistério imenso do Céu, onde agora eu vivo,estes horizontes sem fim, esta luz que tudo investe e penetra, não chorarias se me amas!
Já estou absorvido no encanto de DEUS, em sua desmedida beleza.
As coisas de um tempo são tão pequenas, em comparação!
Sobrou-me o amor de ti, uma ternura dilatada, que nem imaginas.
Vivo numa felicidade puríssima.
Nas angústias do tempo, pensa nesta casa, onde um dia estaremos reunidos
para além da morte, aplacada nossa sede à fonte inextinguível da
felicidade e do amor infinito.
Não chores, se me amas de verdade!"
Já estou absorvido no encanto de DEUS, em sua desmedida beleza.
As coisas de um tempo são tão pequenas, em comparação!
Sobrou-me o amor de ti, uma ternura dilatada, que nem imaginas.
Vivo numa felicidade puríssima.
Nas angústias do tempo, pensa nesta casa, onde um dia estaremos reunidos
para além da morte, aplacada nossa sede à fonte inextinguível da
felicidade e do amor infinito.
Não chores, se me amas de verdade!"
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Popular,sim.Grande,não!
"Bolinha de papel,rolo de fita crepe, pano de bandeira,chumaço de algodão-nada pode ser usado de forma hostil para atingir alguém sob pena de tal ato configurar uma agressão.
O que militantes do PT foram fazer no calçadão de Campo Grande, no Rio de Janeiro, quando o candidato José Serra(PSDB) esteve por lá na tarde da última quarta-feira em busca de votos?
Não foram saudá-lo democraticamente. A tal ponto de civilidade não chegaremos tão cedo.
Aos berros, munidos de bandeiras e dispostos a tudo, tentaram impedir que o candidato e seus correligionários
exercessem o direito de ir e vir, e também o de se manifestar, ambos assegurados pela Constituição.
O PT tem uma longa e suja folha corrida marcada por este tipo de comportamento violento, autoritário e reprovável,que deita sólidas raízes em suas origens sindicais.
A força bruta foi empregada muitas vezes para garantir a ocupação ou o esvaziamento de fábricas.E também para contrapor à força bruta aplicada pelo regime militar na época em que o PT era apenas uma generosa idéia.Para chegar ao poder, o PT sentiu-se obrigado a ficar parecido com os demais partidos-para o bem
ou para o mal.Mas parte de sua militância e dos seus líderes não abdicou até hoje de métodos e práticas que
forjaram sua personalidade.É uma pena.E um sinal de atraso.
Uma vez no poder, vale tudo para permanecer ali.
Vale o presidente da República escolher sozinho a candidata do seu partido.
Vale ignorar a Constituição e deflagrar a campanha antes da hora prevista.
Vale debochar da Justiça.
Vale socorrer-se sem pudor da máquina pública para fins que contrariam as leis.
Vale intimidar a Polícia Federal para que retarde investigações que possam lhe causar embaraços.E vale
orientá-la para que vaze informações manipuladas capazes de provocar danos pesados a adversários.
No caso do primeiro turno, pouco antes de Dilma se enrolar na bandeira nacional e posar para a capa de uma revista como presidente eleita, a soberba de Lula extrapolou todos os limites.
Ele foi a Juiz de Fora e advertiu os mineiros: seria melhor para eles elegerem um governador do mesmo
grupo político de Dilma . Foi a Santa Catarina e pregou irado a pura e simples extinção do DEM.
Foi a São Paulo,investiu contra a imprensa e proclamou com os olhos injetados:"A opinião pública somos nós". O mais sabujo dos auxiliares de Lula reconhece sob anonimato que o ataque de fúria do seu chefe
contribuiu para forçar a realização do segundo turno.Não haverá terceiro turno.
Se desta vez as pesquisas estiverem menos erradas, Dilma deverá se eleger no próximo domingo-e até com
certa folga. Mas a eleição ainda não acabou, meus senhores.A história está repleta de casos onde um passo
em falso ,um gesto impensado ou uma surpresa põe tudo a perder.
O que disse Lula a respeito do episódio do Rio protagonizado por Serra e por militantes do PT só confirma
uma vez mais o quanto ele é menor-muito menor-do que a cadeira que ocupa há quase oito anos.
Lula foi sarcástico quando deveria ter sido solidário com Serra, de resto seu amigo de longa data.
Foi tolerante e cúmplice da desordem, quando deveria tê-la condenado com veemência.
Foi cabo eleitoral de Dilma quando deveria ter sido presidente da República no exercício pleno da função.
Sua popularidade poderá seguir batendo novos recordes -e daí? Não é disso que se trata.
Popularidade é uma coisa passageira. Grandeza, não. É algo perene. Que sobrevive à morte de quem a ostentou. Tiririca é popular. Nem por isso deve passar à História como um político de grandeza.
No seu tempo, Fernando Collor e José Sarney, aliados de Lula, desfrutaram de curtos períodos de intensa popularidade. Tancredo Neves foi grande ,popular,não.
Grandeza tem a ver com caráter, nobreza de ânimo,sentimento,generosidade.Tudo o que falta a Lula desde que decidiu eleger Dilma a qualquer preço."
O que militantes do PT foram fazer no calçadão de Campo Grande, no Rio de Janeiro, quando o candidato José Serra(PSDB) esteve por lá na tarde da última quarta-feira em busca de votos?
Não foram saudá-lo democraticamente. A tal ponto de civilidade não chegaremos tão cedo.
Aos berros, munidos de bandeiras e dispostos a tudo, tentaram impedir que o candidato e seus correligionários
exercessem o direito de ir e vir, e também o de se manifestar, ambos assegurados pela Constituição.
O PT tem uma longa e suja folha corrida marcada por este tipo de comportamento violento, autoritário e reprovável,que deita sólidas raízes em suas origens sindicais.
A força bruta foi empregada muitas vezes para garantir a ocupação ou o esvaziamento de fábricas.E também para contrapor à força bruta aplicada pelo regime militar na época em que o PT era apenas uma generosa idéia.Para chegar ao poder, o PT sentiu-se obrigado a ficar parecido com os demais partidos-para o bem
ou para o mal.Mas parte de sua militância e dos seus líderes não abdicou até hoje de métodos e práticas que
forjaram sua personalidade.É uma pena.E um sinal de atraso.
Uma vez no poder, vale tudo para permanecer ali.
Vale o presidente da República escolher sozinho a candidata do seu partido.
Vale ignorar a Constituição e deflagrar a campanha antes da hora prevista.
Vale debochar da Justiça.
Vale socorrer-se sem pudor da máquina pública para fins que contrariam as leis.
Vale intimidar a Polícia Federal para que retarde investigações que possam lhe causar embaraços.E vale
orientá-la para que vaze informações manipuladas capazes de provocar danos pesados a adversários.
No caso do primeiro turno, pouco antes de Dilma se enrolar na bandeira nacional e posar para a capa de uma revista como presidente eleita, a soberba de Lula extrapolou todos os limites.
Ele foi a Juiz de Fora e advertiu os mineiros: seria melhor para eles elegerem um governador do mesmo
grupo político de Dilma . Foi a Santa Catarina e pregou irado a pura e simples extinção do DEM.
Foi a São Paulo,investiu contra a imprensa e proclamou com os olhos injetados:"A opinião pública somos nós". O mais sabujo dos auxiliares de Lula reconhece sob anonimato que o ataque de fúria do seu chefe
contribuiu para forçar a realização do segundo turno.Não haverá terceiro turno.
Se desta vez as pesquisas estiverem menos erradas, Dilma deverá se eleger no próximo domingo-e até com
certa folga. Mas a eleição ainda não acabou, meus senhores.A história está repleta de casos onde um passo
em falso ,um gesto impensado ou uma surpresa põe tudo a perder.
O que disse Lula a respeito do episódio do Rio protagonizado por Serra e por militantes do PT só confirma
uma vez mais o quanto ele é menor-muito menor-do que a cadeira que ocupa há quase oito anos.
Lula foi sarcástico quando deveria ter sido solidário com Serra, de resto seu amigo de longa data.
Foi tolerante e cúmplice da desordem, quando deveria tê-la condenado com veemência.
Foi cabo eleitoral de Dilma quando deveria ter sido presidente da República no exercício pleno da função.
Sua popularidade poderá seguir batendo novos recordes -e daí? Não é disso que se trata.
Popularidade é uma coisa passageira. Grandeza, não. É algo perene. Que sobrevive à morte de quem a ostentou. Tiririca é popular. Nem por isso deve passar à História como um político de grandeza.
No seu tempo, Fernando Collor e José Sarney, aliados de Lula, desfrutaram de curtos períodos de intensa popularidade. Tancredo Neves foi grande ,popular,não.
Grandeza tem a ver com caráter, nobreza de ânimo,sentimento,generosidade.Tudo o que falta a Lula desde que decidiu eleger Dilma a qualquer preço."
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